A solenidade de Corpo de Deus, na passada quinta-feira, 19 de junho, foi marcada com o início do mandato de dois novos ministros extraordinários da comunhão, que se juntaram a um já existente, perfazendo o total de três, (Maria Odile Lampreia, Maria Armanda Saturnino, Maria José Fernandes) que como o pároco referiu durante a celebração onde foram apresentados à comunidade paroquial, tem a missão de colaborar com o Pároco na distribuição da comunhão na missa, sempre que o número de fiéis o justifique, a administração do viático, quando o sacerdote não o poder fazer por algum motivo, a distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem e por fim a exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis, em situações específicas, mas não a bênção com o mesmo.
Os Ministros Extraordinários da Comunhão, são na Igreja Católica, leigos a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer. Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.
